segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Zum zum zum, zum zum zum - Capoeira mata um!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Testemunho do Steve Rowe da Banda Mortification




Sinto por ter estado tanto tempo fora de contato devido minha recuperação do câncer.

Muitos de vocês se interessarão em saber como foi o ano passado para min, então vamos lá:

Como vocês devem saber, 20 de setembro de 1996 eu recebi a pior notícia de toda a minha vida, estava constatado que eu estava com Leucemia Linfática e fui posto sob um rigoroso tratamento com quimioterapia, o que afastava o câncer mas iniciava um processo de destruição do meu corpo. Isso foi muito doloroso, mas no natal daquele ano eu me senti melhor.
Em janeiro de 1997 eu fui chamado ao consultório e os médicos me disseram que o câncer havia voltado e que eu tinha 1% de chance de viver. Foi uma complicação de um mal chamado Cromossomo Philadélfia Positiva que é praticamente impossível de ser curada.

Então me noticiaram que eu precisaria fazer um transplante de medula, e minhas chances de vida aumentariam para de 25% a 40%. Eu fui abençoado nesse ponto pois meu pai tem células iguais as minhas e poderia ser meu doador. Setenta por cento das pessoas que precisam de um transplante não conseguem doador.
Foi um tempo em que eu confiava e cria 100% que Deus havia me curado. Eu não creio que Deus é inconstante. Eu não acreditava que Deus me daria uma esposa, um filho, uma banda maravilhosa e uma gravadora simplesmente para me levar embora. 25% a 40%. Eu fui abençoado nesse ponto pois meu pai tem células iguais as minhas e poderia ser meu doador. Setenta por cento das pessoas que precisam de um transplante não conseguem doador.
Foi um tempo em que eu confiava e cria 100% que Deus havia me curado. Eu não creio que Deus é inconstante. Eu não acreditava que Deus me daria uma esposa, um filho, uma banda maravilhosa e uma gravadora simplesmente para me levar embora.

Eu me submeti ao transplante de medula no dia 3 de fevereiro de 1997.
No dia do transplante eu estava sentado na cama do hospital com meu baixo Steinbunger escrevendo a canção "Raw is the Stonewood temple" do nosso novo álbum "Triumph of Mercy" Eu pensei em todas as velhas construções de 2000 anos que hoje estão em ruínas. Pensei acerca do fato de que todas as famosas construções levantadas com pedras ou talhadas em madeiras não duram para sempre.

Então eu lembrei que na Europa todas as belas construções e templos a Deus só são preservados para servirem como atrações. A maioria está morta mas continuam sendo preservados através dos anos porque eles são especiais. Eles são templos. Eu me vi como um desses templos demolidos para ser renovado por Deus. Ele nos diz na Bíblia que temos 70 anos para viver e 80 se formos fortes. E eu acreditava que esse era o ponto para uma vida longa.

Estando no hospital por seis semanas depois do transplante eu senti várias vezes que iria morrer. Eu me tornei um defunto vivo e a dor era indescritível. Eventualmente depois que os médicos me disseram que o transplante não havia funcionado, o primeiro milagre aconteceu: meu sangue começou a aumentar. Duas semanas depois eu estava fora de lá orando pelo resultado que o transplante estava dando. Porém logo me disseram que o câncer estava de volta e que eu só tinha mais duas semanas de vida.

A partir desse ponto eu decidi tomar conta da situação, ir pra casa e gastar meu tempo com a minha família.
Duas semanas depois eu estava pior do que nunca e só me restavam mais duas horas de vida.

Os médicos disseram que se eu vivesse eu não andaria novamente, não enchergaria nitidamente e meus órgãos internos ficariam seriamente prejudicados. Passo a passo, semana a semana Deus me ajudava melhorar através de uma alimentação saudável, medicina natural, muita determinação e Seu cuidado curador.

Agora em fevereiro de 98 eu me sinto normal novamente e não existem mais vestígios de câncer.
Eu creio que Deus me curou e que eu ainda tenho uma longa vida pela frente.
Quando tudo ao meu redor morreu, eu experimentei o Triunfo da Misericórdia de DEUS.

Se você quer conhecer meu Deus Majestoso e Seu Grande poder faça a seguinte oração:

Jesus, eu te peço que perdoe os meus pecados e me liberte das forças do diabo. Quero que nesse momento seja o Senhor da minha vida e que tire essa carga do meu coração. Jesus, eu acredito que seja o Filho de Deus e que morreu e ressuscitou em três dias como diz a palavra de Deus. Acredito que de uma vez por todas o Senhor derrotou totalmente o diabo. Te peço que me receba como filho e que me salve. " Obrigado Jesus "

Testemunho de Alice Cooper



Testemunho do ex monstro do rock - alice cooper
Alice Cooper diz que ama Deus, mas não quer se tornar um crente “celebridade”. O pai do Shock Rock, estilo musical onde as atitudes grotescas feitas no palco horrorizaram pais por mais de trinta anos, contou como o medo do inferno o virou para Deus. Ele, que cantava sobre necrofilia e picotava bonecas durante seus concertos, declarou que, apesar de continuar a gravar e fazer turnês teatrais com shows de horror, “minha vida é dedicada a seguir Cristo”.
Embora ele tenha se tornado um cristão nos anos 80, fora alguns pequenos comentários em algumas entrevistas, o cantor de 61 anos sempre foi resguardado em sua fé - até agora. Em uma entrevista franca com uma revista de música cristã, ele falou publicamente pela primeira vez sobre seu amor por Deus e a relutância em se tornar uma “celebridade cristã”.

Um líder das paradas com o hino adolescente “School’s Out”, Cooper foi creditado por pavimentar o caminho para alguns cantores ultrajantes como Marilyn Manson. Mas ele afirma que suas obras nunca foram políticas ou religiosas e sempre tiveram “senso de humor”.
Ele contou à HM, The Hard Music Magazine, que sempre foi insultado, toda hora sendo acusado de ser satanista. Criado em uma casa cristã, ele ainda acreditava em Deus, apesar dele não ser comprometido. Isso mudou quando o alcoolismo ameaçou seu casamento. Ele e sua mulher, Sheryl, foram a uma igreja que tinha um pastor que falava sobre o inferno.

Cooper disse que se tornou um cristão “inicialmente mais por medo de Deus do que por amor a Ele… Eu não queria ir para o inferno”. Entrevistado na edição de março/abril da HM, Cooper via sua fé como “uma coisa em curso”. “Ser um cristão é algo em que você apenas progride. Você aprende, vai para seus estudos da Bíblia, você ora”, disse ele.

Ele tem evitado o posto de “celebridade cristã” pois “é realmente fácil se focar em Alice Cooper e não em Cristo. Eu sou um cantor de rock, nada mais do que isso. Não sou um filósofo. Me considero abaixo no poleiro do conhecimento cristão, então, não procure respostas em mim”.
Apesar disso ele pôde conversar com outros na cena musical sobre sua fé. “Eu tinha um casal de amigos meus com quem conversei que disseram que eles tinham [aceitado Cristo]. Eu tenho conversado com algumas grandes estrelas sobre isso, alguns personagens horríveis… e você ficaria surpreso. Aqueles que você pensa que estão mais longe são os que estão mais aptos a ouvir”.
veja algumas fotos dele: